O YouTube das nossas vidas #VidaGamer2

Fala galera, tudo bem com vocês? Todos sabem que eu gosto de falar de games e jogos atuais. Porém, esse artigo será um pouco diferente, pois tenho percebido que, mesmo gostando de um jogo x ou y e tendo um console ou um PC para jogar esses jogos, nós passamos mais tempo vendo os outros jogarem, como os youtubers, do que a nós mesmo jogando.
Olhando o YouTube como um todo, podemos perceber a quantidade de conteúdo e de canais que produzem vídeos sobre jogos, e a maioria com mais de 1 milhão de inscritos. E se tem conteúdo é porque tem gente que gosta e que lhe assiste. Eu percebo muito isso quando ao invés de praticar um pouco de FIFA, de Clash Royale ou mesmo de conhecer ou tentar jogar FortNite, Pubg Mobile, etc., preocupo-me e gasto meu tempo livre assistindo aos youtubers, como Flakes Power, Gelli Clash, Zangado, etc.
Isso também pode acontecer com você em outras coisas, como quando ao invés de jogar bola ou praticar esportes, prefere assistir a tutoriais, assistir aos youtubers jogando bola (como na Copa Desimpedidos). Muitos também, ao invés de ler um livro ou assistir a um filme, preferem ver a opinião e o seu enredo em algum vídeo do YouTube. Outros preferem assistir vídeos de culinária e de receitas, sem querer cozinhar ou preparar aquilo que assistem.
Não estou querendo aqui criticar os produtores desses conteúdos ou a nós, os consumidores, pois, apesar de “perdermos um pouco de tempo”, aprendemos algumas coisas novas. O problema está quando esquecemos do mundo relacional com as pessoas e focamos no nosso egoísmo, do eu com o “meu jogo”, o “meu vídeo”, o “meu esporte”, etc. Também corremos o risco de cair na falta de criatividade, na falta de “colocar a mão na massa”, pois hoje quando não conseguimos passar de fase em um jogo ou não sabemos trocar uma lâmpada, corremos para o YouTube no intuito de assistir a um tutorial.
Jovem, não podemos fazer de nossas vidas meras plateias da vida dos outros. Isso está totalmente relacionado com a nossa vocação, pois não devemos ficar “assistindo” aos outros por serem padres, leigos atuantes ou consagrados. Precisamos dar a nossa resposta, precisamos assumir uma responsabilidade e ajudar a construir o Reino de Deus aqui na terra. E se você se sente chamado por Deus a ser padre, dê o seu sim, entre em contato conosco e venha buscar a verdadeira felicidade de uma vocação acertada.
Muito obrigado pela atenção e até o próximo artigo!

@PedroMocelin

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