#BatePapoVocacional : Escute a tua sede – Resumão – Colombo City

E aí pessoal, tudo beleza? Aqui quem escreve é o sem. Carlos Dener! Mas, agora me conte: “que pergunta sarahah você faria para um seminarista?”, confesso que foi mais ou menos isso que aconteceu nesse último final de semana do dia 26 de nov. de 2017, com perguntas somente sobre santidade, chamado e vocação, oração e piedade, só que não. rsrs

Bom, dessa vez a cidade homenageada com a presença dos nossos seminaristas foi: Colombo City! Com direito a Tarde de Louvor e aquele esperado Bate Papo Vocacional, e quem diria, posso dizer que praticamente todos os grupos de jovens marcaram presença, certamente porque foi algo que nasceu no coração de Deus, eu creio.

Agora, vamos para aula de História da Igreja a la Dom Pedro Fedalto, vejam aí: a Paróquia Sagrada Família de Colombo está sob os cuidados do nosso padre, Pe. José Mussiol e tem em média seis grupos de Jovens, entre eles: JUSC; CJU; MEJ; JCC; Anjos; e o DJAC, que junto com o padre, prontamente nos acolheu no Salão da Capela de Nossa Senhora Aparecida, do Bairro Liberdade.

O tema da tal “Tarde de Louvor” foi baseado numa passagem do livro de Apocalipse, onde diz: “eis que estou a porta e bato”, se referindo ao Cristo que com grande respeito, bate e pede para entrar no nosso coração e também cear conosco. Houve também uma pregação “bem do fogo” sobre esse tema. Desde às 13h30 os jovens aguardavam o grande momento.

Ao contrário do que pensei, não ficaram nem um pouco parados, muito menos quietos. Entre um louvor e outro, uma dança e outra, esperavam com ansiedade… o momento do café. Mas, também da chegada dos seminaristas! Enfim, o que dizer sobre a parte das perguntas dos jovens que os seminaristas se viraram para responder? Tivemos aí grandes descobertas!

Para mim, a pergunta mais impactante foi: “como descobrir a minha profissão?”, é isso mesmo, percebemos que a grande parte dos jovens necessita ser alguém diferente frente ao mundo; necessitam de coisas novas, pessoais e intensas. Diante da resposta da pergunta, penso que tenham ficados satisfeitos. Pudemos ver aí que a pergunta, que a princípio não tem nada a ver com vocação, na verdade é a resposta! Só nos sentimos bem quando respondemos a nossa vocação e o nosso chamado pessoal, nossos talentos dados por Deus.

Por fim, tivemos o nosso momento de Adoração ao Santíssimo, deixando então que Deus mesmo falasse e também acolhesse nossas dúvidas. Entre uma partilha e outra e até mesmo entre algumas lágrimas, ali estava a Presença.

Algum jovem que participou do encontro poderia pensar: “o que eu faço agora com a minha vocação?” E a resposta não pode ser outra, senão esta: “continue escutando a voz de Deus”.

Sem. Carlos Dener Julio

@https://www.instagram.com/carlosjuliodener/

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